
1. Participe ativamente e com frequência da vida do seu filho
Nunca houve um ditado popular tão sábio como “Não basta ser pai, tem que participa”. Se aproximar do cotidiano da criança. Participar é dar o limite, mas também é estimular, elogiar e acompanhar a criança. Dez minutos por dia já podem ser muito importantes para o desenvolvimento da relação de ambos. Mas não adianta pegar apenas um dia do mês e, de alguma forma, tentar “tirar o atraso”. A proximidade se constrói aos poucos e é importante para a criança sentir que pode confiar no pai e que está sendo valorizada.
2. Não confunda atenção afetiva com atenção material
Sabe aquela frase: “Não está faltando nada para ele”, dita de maneira a repreender o filho quando se comportamento mau? Será que não está faltando nada mesmo? Carinho não pode ser trocado por presentes. A presença é mais importante do que realizer qualquer desejo material do filho.
3. Seja carinhoso
Masculinidade não quer dizer falta de afeto. Demonstrações de carinho como beijar e abraçar são essenciais. É preciso haver uma interação física com a criança também durante as brincadeiras. E isso envolve até brincar de boneca ou de casinha com as filhas de vez enquando.
4. Não seja autoritário, mas tenha autoridade
Autoritarismo é diferente de autoridade. Respeito, para ser exigido, é preciso demonstrar. Berro, surra e ameaças nunca serão bons métodos para educar. Impor a regra pela regra, sem explicar o sentido de cada uma também é contraprodicente e pode impedir a criança de expressar sentimentos e pensamentos com facilidade, pois ela não se sente respeitada.
5. Não seja excessivamente permissivo
Ser permissivo também só prejudica. Os limites precisam ser construídos e respeitados. A permissividade para evitar conflitos também é uma maneira de ser um pai ausente. Elimine a frase “vê com a sua mãe”. Tome as decisões e seja protagonista da educação de seu filho.
6. Exija seu espaço
A mãe também deve dar espaço para a entrada do pai na vida dos filhos. Mulheres que não acreditam muito na capacidade do pai de cuidar da criança colaboram para anular a presença paterna na vida do pequeno. A figura masculina também é importante e deve atuar em colaboração com a mãe, trocando opiniões sem que um desautorize o outro.
8. Seja um bom cidadão
Ser bom pai é também ser bom marido, um bom filho e, claro, um bom cidadão. Todo o ambiente ao redor da criança influencia na formação dela. Para os filhos crescerem da melhor maneira possível, portanto, os pais devem ser maduros emocionalmente. Se você mostra ao seu filho que é competitivo e consumista, ele tem chances de entender que esse é o perfil em que deve se espelhar. Para ser um bom pai é preciso procurar, antes, ser um bom ser humano.

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